
Era uma noite como todas as outras,estava voltando do colégio que não fica tão longe de minha casa , já eram por volta das 23:00,resolvi pegar o caminho mais longo e evitar as ruas desertas e mais estreitas da comunidade.
Mal sabia que as ruas desertas seriam melhores.Quando passava pela rua das Lagrimas ouvi estrondos fortes,olhei mais a frente e vi a GCM (Guarda civil municipal),estava no meio de um tiroteio,mas quando percebi a real situação tudo ficou branco.
Aquele branco doía meus olhos, pedi instantaneamente que alguém apagasse a luz,então tudo o que realmente houve se passou diante de meus olhos,demorei algum tempo para aceitar,até que entendi: eu estava morta.
Em um piscar de olhos uma bala veio parar no meu pescoço, e tudo acabou.
Fiquei apreensiva,pensei em papai e no meu irmão que estavam em Crateús,e em “mainha” e minha bebê que estavam esperando que eu voltasse pra casa.Logo tudo isso desapareceu,e diante de mim cenas apareceram,tais como eu no Jornal Nacional,e ônibus sendo queimados,tumulto,confusão.
Fiquei atônita ,algo me dizia aquilo ser minha culpa,chorei.Ao menos pensei chorar,não saia lagrimas de meus olhos,me lembrei que estava morta.
Gritei,perguntei,esperneei,queria respostas e só vinham perguntas e minha mente. A luz reapareceu,e eu estava lá ,presenciando tudo.
O aviso de minha morte na TV,e pessoas queimando ônibus e carros dizendo protestar por minha morte.
Por um momento me senti culpada, não queria causar tanto alvoroço,aquilo só causara mais pânico ,e eu só queria paz agora,fechei meus olhos e pedi que as pessoas se acalmassem e entendessem que a verdadeira justiça virá neste plano.Eles entenderão quando estiverem aqui.
Mal sabia que as ruas desertas seriam melhores.Quando passava pela rua das Lagrimas ouvi estrondos fortes,olhei mais a frente e vi a GCM (Guarda civil municipal),estava no meio de um tiroteio,mas quando percebi a real situação tudo ficou branco.
Aquele branco doía meus olhos, pedi instantaneamente que alguém apagasse a luz,então tudo o que realmente houve se passou diante de meus olhos,demorei algum tempo para aceitar,até que entendi: eu estava morta.
Em um piscar de olhos uma bala veio parar no meu pescoço, e tudo acabou.
Fiquei apreensiva,pensei em papai e no meu irmão que estavam em Crateús,e em “mainha” e minha bebê que estavam esperando que eu voltasse pra casa.Logo tudo isso desapareceu,e diante de mim cenas apareceram,tais como eu no Jornal Nacional,e ônibus sendo queimados,tumulto,confusão.
Fiquei atônita ,algo me dizia aquilo ser minha culpa,chorei.Ao menos pensei chorar,não saia lagrimas de meus olhos,me lembrei que estava morta.
Gritei,perguntei,esperneei,queria respostas e só vinham perguntas e minha mente. A luz reapareceu,e eu estava lá ,presenciando tudo.
O aviso de minha morte na TV,e pessoas queimando ônibus e carros dizendo protestar por minha morte.
Por um momento me senti culpada, não queria causar tanto alvoroço,aquilo só causara mais pânico ,e eu só queria paz agora,fechei meus olhos e pedi que as pessoas se acalmassem e entendessem que a verdadeira justiça virá neste plano.Eles entenderão quando estiverem aqui.
- Esse foi um conto feito por mim,para uma proposta de redação da escola,que era de redijir um conto sendo que o personagem principal morrasse na favela de Heliópolis,que teve varios incidentes ha algum tempo atrás . Não ficou muito bom,eu sei '-' ,mas e ai o que acharam ? :)
by Ana Carolina de Sousa
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
12 de outubro de 2009 às 20:21
Eu gostei! :D