Três vidas não seriam suficiente
para amá-lo como o amou. Sete séculos
não seriam o bastante para fazer tudo que ela achava necessário fazer por ele.
Nenhum ser vivo no planeta poderia compreender quão intenso era o que ela
sentia. Ele não era dela. Ela não era
dele. Ele era apenas dele. Ela era apenas dela. Cada qual em sua bolha. Cada
qual em seu mundinho de coisas inúteis. Ela era hipérbole. Ele era
eufemismo. Resolveu, então, ela, no
ápice de seu amor imensurável e totalmente imerso no fundo de um coração petrificado
pelo tempo, enfiar-lhe uma faca em seu peito enquanto
repousava. Ora, ora. “Que prova maior de
amor poderia lhe dar, do que a vida eterna?” pensou enquanto limpava
cuidadosamente aquelas gotas vermelhas vermelhas vermelhas do lençol .
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by Ana Carolina de Sousa
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013