Estava cansada, já era tarde. Era tarde da noite, mas também era tarde demais para consertar os erros que havia cometido. Não havia mais o que fazer, não havia mais pra onde correr. Seus problemas não eram tão grandes assim, bobagens. Seus erros tampouco eram imperdoáveis. Mas seu egocentrismo ao invés de fazê-la o centro do seu mundo, a fazia o centro do seu próprio precipício. Era como se ela estivesse caindo em câmera lenta em um precipício infinito. Onde seus gritos ecoavam, mas ninguém conseguia ouvir. Não havia ninguém. Estavam todos muito longe, apesar de olharem nos seus olhos todos os dias. Fechou os olhos. Sufocou-se em pensamentos.
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by Ana Carolina de Sousa
terça-feira, 5 de março de 2013